Cursos disponíveis

PEDAGOGIA TESTE
Dione Leal

PEDAGOGIA TESTE

O curso está voltado à formação de atores com ênfase no domínio e consciência da cena para que esse artista tanto dialogue com as orientações gerais da encenação, definidas pelo diretor e toda a equipe, como possa assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de seu processo criativo de forma independente em suas pesquisas e opções estéticas. O curso pretende estimular a consciência da função social do artista, a capacitação de seu corpo e voz para expressão bem como para a sensibilidade crítica do ator para o mundo contemporâneo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenadores: Joaquim Gama 
Artista Docente: Dione Leal 


Técnicas de Palco (tarde)
Jose Carlos SerroniViviane Ramos

Técnicas de Palco (tarde)

A linha de estudo capacita estudantes interessados na profissionalização do técnico de palco. O que seria um técnico de palco? Aquele profissional que trabalha nos bastidores do teatro, auxiliando na construção e funcionamento do espetáculo. Em um mercado de trabalho atualmente tão carente desse profissional, o técnico de palco pode ser o cenotécnico, o diretor de cena, o contrarregra, o aderecista ou o maquinista de espetáculos. A formação consiste em aulas teóricas e práticas, em ateliês e/ou oficinas. São quatro semestres com aulas presenciais, sendo que durante o terceiro e o quarto módulo o estudante deverá também cumprir estágio obrigatório de 480h, fora dos horários de aulas. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: JC Serroni
Artista Docente: Viviane Ramos


Sonoplastia (tarde)
Raul TeixeiraGregory Slivar

Sonoplastia (tarde)

A linha de estudo propõe a formação do estudante por meio de conhecimentos ligados à comunicação pelo som. A linha de estudo abrange estudos teóricos e práticos de diversos meios de produção de som, como música, ruídos ou voz. Trata-se da formação do sonoplasta com ênfase na dramaturgia sonora, teoria musical, repertório, técnicas em sonoplastia e práticas sonoras. As propostas da linha de estudo envolvem discussões sobre a música no teatro, cinema, rádio e televisão. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Raul Teixeira
Artista Docente: Gregory Slivar


Iluminação VERMELHO (tarde)
Guilherme BonfantiFrancisco Turbiani

Iluminação VERMELHO (tarde)

A linha de estudo qualifica estudantes interessados na iluminação dentro do âmbito das artes cênicas. Um dos seus propósitos é unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista. A linha de estudo promove a aproximação de áreas importantes para a formação do artista da luz, em especial as artes visuais. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Guilherme Bonfanti
Artista Docente: Francisco Turbiani



Humor (tarde)
Raul BarrettoSuzana Aragão

Humor (tarde)

A linha de estudo de Humor está voltado para a formação de humoristas e comediantes, capacitando-os para a atuação cênica, desenvolvendo suas aptidões de corpo e voz para o jogo cênico. São contempladas a formulação de arquétipos, criação de personagens e a elaboração de uma dramaturgia cômica. Busca-se formar um ator com visão crítica, com ênfase no humor, que contextualize sua obra e compreenda a dimensão histórica da função social do riso. A linha de estudo estará sintonizado com o fazer e o saber teatral de seu tempo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Raul Barretto
Artista Docente: Suzana Aragão


Dramaturgia (tarde)
Marici SalomãoCesar BaptistaDaniel Veiga

Dramaturgia (tarde)

Direcionado a novos dramaturgos, a linha de estudo visa estimular novas percepções de mundo e diferentes formas de construção textual. Equilibra teoria, técnica e prática, incluindo conteúdos que compõem a base de criação a outras mídias. Os textos criados pelos estudantes são analisados em grupo e em plantões individuais, com dramaturgos especializados, e podem vir a ser publicados, lidos publicamente e/ou montados. A linha de estudo enfatiza a formação teórica e prática sobre postulados mais recentes no Brasil, como o dramaturgismo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenadora: Marici Salomão
Artista Docente: Daniel Veiga


Direção (tarde)
Rodolfo García VázquezCesar BaptistaDiego Fortes

Direção (tarde)

A linha de estudo prepara e instrumentaliza encenadores para o fazer teatral, enfatizando a visão crítica e ampla sobre a sociedade e as possibilidades da encenação contemporânea. Esta linha de estudo oferece caminhos criativos e teóricos para que os encenadores saibam lidar com todos os âmbitos da cena teatral.
Conhecimentos como a ordenação do fluxo do trabalho cênico, experimentações envolvidas no processo de criação teatral, procedimentos para o fazer criativo e a busca por uma expressão teatral singular fazem parte das propostas da linha de estudo. Estão previstos também estudos de diversas perspectivas cênicas contemporâneas.
Trata-se de uma formação humanista e interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Diego Fortes (2º Sem.)


Cenografia e Figurinos (tarde)
Jose Carlos SerroniTelumi Yamanaka

Cenografia e Figurinos (tarde)

A linha de estudo, por intermédio de conhecimentos básicos, capacitará os interessados em ingressar profissionalmente na área. A linha de estudo abrange também o estudo das cenografias de áreas como cinema, televisão, exposições, eventos, entre outras. As aulas teóricas e práticas são complementadas por meio de contato com diversos profissionais experientes do setor. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: JC Serroni
Artista Docente: Telumi Hellen

Atuação (manhã)
Kenia DiasLucélia Sergio

Atuação (manhã)

O curso está voltado à formação de atores com ênfase no domínio e consciência da cena para que esse artista tanto dialogue com as orientações gerais da encenação, definidas pelo diretor e toda a equipe, como possa assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de seu processo criativo de forma independente em suas pesquisas e opções estéticas. O curso pretende estimular a consciência da função social do artista, a capacitação de seu corpo e voz para expressão bem como para a sensibilidade crítica do ator para o mundo contemporâneo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenadora: Kenia Dias 
Artista Docente: Lucélia Sérgio 

Atuação (tarde)
Kenia DiasMawusi Tulani

Atuação (tarde)

A linha de estudo está voltado à formação de atores com ênfase no domínio e consciência da cena para que esse artista tanto dialogue com as orientações gerais da encenação, definidas pelo diretor e toda a equipe, como possa assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de seu processo criativo de forma independente em suas pesquisas e opções estéticas. A linha de estudo pretende estimular a consciência da função social do artista, a capacitação de seu corpo e voz para expressão bem como para a sensibilidade crítica do ator para o mundo contemporâneo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenadores: Kenia Dias e César Batista
Artista Docente: Mawusi Tulani


Cenografia e Figurino (manhã)
Jose Carlos SerroniTelumi Yamanaka

Cenografia e Figurino (manhã)

O curso, por intermédio de conhecimentos básicos, capacitará os interessados em ingressar profissionalmente na área. O curso abrange também o estudo das cenografias de áreas como cinema, televisão, exposições, eventos, entre outras. As aulas teóricas e práticas são complementadas por meio de contato com diversos profissionais experientes do setor. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: JC Serroni
Artista Docente: Telumi Hellen

Direção (manhã)
Rodolfo García VázquezCesar BaptistaRaphael Garcia

Direção (manhã)

O curso prepara e instrumentaliza encenadores para o fazer teatral, enfatizando a visão crítica e ampla sobre a sociedade e as possibilidades da encenação contemporânea. Este curso oferece caminhos criativos e teóricos para que os encenadores saibam lidar com todos os âmbitos da cena teatral. Conhecimentos como a ordenação do fluxo do trabalho cênico, experimentações envolvidas no processo de criação teatral, procedimentos para o fazer criativo e a busca por uma expressão teatral singular fazem parte das propostas do curso. Estão previstos também estudos de diversas perspectivas cênicas contemporâneas. Trata-se de uma formação humanista e interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Suzana Muniz 

 Dramaturgia (manhã)
Marici SalomãoCesar BaptistaCarol PITZER

Dramaturgia (manhã)

Direcionado a novos dramaturgos, o curso visa estimular novas percepções de mundo e diferentes formas de construção textual. Equilibra teoria, técnica e prática, incluindo conteúdos que compõem a base de criação a outras mídias. Os textos criados pelos estudantes são analisados em grupo e em plantões individuais, com dramaturgos especializados, e podem vir a ser publicados, lidos publicamente e/ou montados. O curso enfatiza a formação teórica e prática sobre postulados mais recentes no Brasil, como o dramaturgismo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenadora: Marici Salomão
Artista Docente: Carol Pitzer

Humor (manhã)
Raul BarrettoSuzana Aragão

Humor (manhã)

O curso de Humor está voltado para a formação de humoristas e comediantes, capacitando-os para a atuação cênica, desenvolvendo suas aptidões de corpo e voz para o jogo cênico. São contempladas a formulação de arquétipos, criação de personagens e a elaboração de uma dramaturgia cômica. Busca-se formar um ator com visão crítica, com ênfase no humor, que contextualize sua obra e compreenda a dimensão histórica da função social do riso. O curso estará sintonizado com o fazer e o saber teatral de seu tempo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Raul Barretto
Artista Docente: Suzana Aragão

Iluminação AMARELO (manhã)
Guilherme BonfantiFrancisco Turbiani

Iluminação AMARELO (manhã)

O curso qualifica estudantes interessados na iluminação dentro do âmbito das artes cênicas. Um dos seus propósitos é unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista. O curso promove a aproximação de áreas importantes para a formação do artista da luz, em especial as artes visuais. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Guilherme Bonfanti
Artista Docente: Francisco Turbiani


Sonoplastia (manhã)
Raul TeixeiraTâmara David

Sonoplastia (manhã)

O curso propõe a formação do estudante por meio de conhecimentos ligados à comunicação pelo som. O curso abrange estudos teóricos e práticos de diversos meios de produção de som, como música, ruídos ou voz. Trata-se da formação do sonoplasta com ênfase na dramaturgia sonora, teoria musical, repertório, técnicas em sonoplastia e práticas sonoras. As propostas do curso envolvem discussões sobre a música no teatro, cinema, rádio e televisão. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: Raul Teixeira
Artista Docente: Tâmara David 

Técnicas de Palco (manhã)
Jose Carlos SerroniViviane Ramos

Técnicas de Palco (manhã)

O curso capacita estudantes interessados na profissionalização do técnico de palco. O que seria um técnico de palco? Aquele profissional que trabalha nos bastidores do teatro, auxiliando na construção e funcionamento do espetáculo. Em um mercado de trabalho atualmente tão carente desse profissional, o técnico de palco pode ser o cenotécnico, o diretor de cena, o contrarregra, o aderecista ou o maquinista de espetáculos. A formação consiste em aulas teóricas e práticas, em ateliês e/ou oficinas. São quatro semestres com aulas presenciais, sendo que durante o terceiro e o quarto módulo o estudante deverá também cumprir estágio obrigatório de 480h, fora dos horários de aulas. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Coordenador: JC Serroni
Artista Docente: Viviane Ramos

Uma Dramática Aventura Literária nas pandemias na história
Mauricio Paroni

Uma Dramática Aventura Literária nas pandemias na história

Com Mauricio Paroni
De 27 de julho a 17 de setembro de 2020
Encontro online às segundas e quintas, das 19h30  às 22h30 via Zoom.
Login e senha Zoom serão postados aqui e enviadas por  e-mail.


Serão enfocados alguns grandes clássicos da literatura ocidental, nos quais a praga é um lugar literário que aparece em vários aspectos: como relato de um historiador, como um aviso ao homem para onde não se deixar levar, oprimido pelo medo da morte, como um sinal da fragilidade do homem e uma metáfora para o mal da vida e do mal governo durante o flagelo. 

O critério dos clássicos não foi geográfico, mas narrações onde existe um vírus ou uma bactéria na trama. 

São os seguintes:

1. Universo mítico antigo: 

a. Homero, na Ilíada, descreveu uma "doença feroz", um castigo divino do deus Apolo que ataca os gregos por causa de Agamenon, culpado de ter ofendido o pai Crise;

b. Tucídides; Narração da segunda guerra do Peloponeso, em  que a peste  (provavelmente uma epidemia de varíola) vitimou  cidade, até seu  líder Péricles, determinando a vitória dos Espartanos. 

c. Lucrécio (Roma antiga), releu o episódio no VI livro de De Rerum Natura, livro VI, versículos 1138-1286, escrito século I A.C.: o poeta e filósofo fala de fenômenos naturais e conclui seu tratamento sobre a origem e a propagação de doenças, concentrando-se principalmente na praga, desenhando Tucídides como modelo. 

d. Da Bíblia e do livro do êxodo: explanação das sete pragas do Egito até a travessia do Mar Vermelho, determinando a formação da identidade do povo judeu, além de ser um manual de resistência cultural e estratégica sob opressão.


2. Giovanni Boccaccio, "O Decamerão" - explanação e exercícios sobre este clássico do Renascimento Italiano que é uma das línguas formativas do universo de nossa língua portuguesa/brasileira. Narra a peste, importada do norte da China, que perturba Florença em 1348 e se espalha da península balcânica por toda a Europa.


3. Daniel Defoe, "Diário do ano da peste" escreveu a primeira obra de ficção moderna dedicada à epidemia. O livro, publicado em 1722, lembrava a doença que havia afetado Londres em 1665 e da qual o autor havia testemunhado quando criança, mas acuradamente pesquisado e escrito quando se tornou adulto. 


4. a. Alessandro Manzoni, "Os noivos" e a narrativa da peste milanesa de 1630. A exposição feita por Manzoni dos eventos, a pesquisa documentada das causas, das responsabilidades e da situação de Milão. 

b. Alan Poe, "A máscara da morte vermelha", explanação e exercícios sobre essa narração ficcional.


5.Albert Camus 

a. "A Peste", romance metafórico sobre uma cidade feliz atacada pela doença, sua resistência e suas capitulações.

b. "Estado de Sítio", a sua dramaturgia do romance anterior.


6.a. Gabriel García Márquez, "O Amor nos Tempos do Cólera", descreveu os horrores de uma epidemia, onde há mais sentimento e mais esperança do que pânico. A epidemia é o pano de fundo de uma história de amor de conto de fadas ou melhor de um "cataclismo de amor". 

b. José Saramago, o "Ensaio sobre a cegueira". A cegueira narrada é uma epidemia sem lugar. Atemporal, sem rostos e sem nomes, mas mais que uma doença, é um estado de ser, que tem suas raízes no homem, na falta de solidariedade que cega o ser humano, até quando eles vêem. 


7. Valencio  Xavier, "O mez da grippe", livro fora de catálogo e caado na atual  pandemia por traçar um paralelo inquietante com a gripe espanhola de 1918; também pela forma que sugere uma narração a ser ‘editada” pelo leitor – o que se presta particularmente bem às atividades praticas propostas por este curso.


8. Estórias individualmente pulverizadas para serem narradas da  Aids, uma das doenças mais letais da história recente sempre apareceu com excessiva economia na literatura. Segundo a OMS, a Aids matou 32 milhões de pessoas no mundo, no entanto, mais do que como um evento histórico, foi protagonista de romances relacionados à intimidade e drama pessoal, quase nunca representada como uma catástrofe coletiva da humanidade.


Orientador: Mauricio Paroni

Masculinidades na cena do Grupo Magiluth

Masculinidades na cena do Grupo Magiluth

O curso discute subjetividades e masculinidades no teatro pernambucano, a partir de uma análise das peças “Viúva, porém honesta” e “Aquilo que o meu olhar guardou para você”, do Grupo Magiluth. Levando em consideração contextos históricos, culturais e políticos que permeiam a obra de um dos principais coletivos teatrais do Recife deste século, os encontros abordam temas ligados a gênero, sexualidade, teatralidade e performatividade. 

Haverá  1 encontro semanal, às sextas-feiras, via Zoom.

As informações  serão publicadas qui e também seguirão por email.


 DRAMATURGIA EM miniatura: pequenos TEXTOS PARA PALCOS diminutos
Alessandro Toller

DRAMATURGIA EM miniatura: pequenos TEXTOS PARA PALCOS diminutos

A forma breve. Aulas com leituras e discussão de conteúdos sobre dramaturgia em textos teatrais de curta extensão. Criação de "peças em miniatura" pelos participantes.

Diálogos sobre encenação contemporânea
marie ikonomidisJuan Sebastian Peralta

Diálogos sobre encenação contemporânea

A partir do intercâmbio com diretores brasileiros e estrangeiros, que participam por meio de entrevistas em vídeo, o curso visa aprofundar a compreensão sobre as ferramentas e estratégias próprias do trabalho da direção cênica.

Orientador: Juan Peralta

 Introdução à escrita ficcional
Marcio Aquiles

Introdução à escrita ficcional

O curso é direcionado para jovens que têm interesse na escrita literária. Serão abordados técnicas ficcionais e procedimentos narrativos usualmente necessários para a composição de textos com sofisticação formal e alta inventividade. O foco será na prosa, contudo haverá componentes de estudo em poesia e teatro também. Os estudantes irão redigir textos e ter seu material avaliado pelo orientador, sempre em busca de um aprimoramento da escrita. Haverá também leitura de contos, poemas e peças teatrais. 

Orientador: Marcio Aquiles

CAMINHOS DE SER MAIS - TEATRO DO OPRIMIDO E DECOLONIALIDADE DE GÊNERO
Katiuska Azambuja

CAMINHOS DE SER MAIS - TEATRO DO OPRIMIDO E DECOLONIALIDADE DE GÊNERO

Debater as ficções naturalizadas de gênero e as feridas patriarcais do sistema-mundo modernidade/colonialidade; Possibilitar espaço poético de criação; Criar performances de TO.

A colonialidade de gênero rompe com o tecido comunitário, roubando mulheres e homens de ser mais, roubando as suas humanidades, explorando tudo o que seja considerado feminino. Nesse processo, atua junto a emasculação dos homens para serem não apenas patriarcas, mas patriarcas violentos, forjando uma estrutura de socialização para a dominação masculina e submissão feminina, transformando os corpos femininos em campos de batalha. Deste modo, o Teatro do Oprimido com jovens mostra-se como potente arma para buscar fissurar a colonialidade de gênero, pois, jovens possuem tempo e podem ter disposição para buscar modos de vida justa e humana.


ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO, VOLTADAS A CULTURA POPULAR
Jeferson Guimarães Alves da Rosa

ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO, VOLTADAS A CULTURA POPULAR

O curso busca explanar e dialogar a respeito da principal atividade de um administrador que é “Identificar o futuro que já chegou, explorando as mudanças que já ocorreram e torná-las oportunidades”. Baseado neste pensamento e ideal, vamos partir do princípio da formação administrativa claro alinhada com o âmbito da realidade da cultura popular em nosso estado e suas linhas de acesso no âmbito da cultura popular.



TRANSCINEMA: HIBRIDISMO ENTRE AUDIOVISUAL E ARTES CÊNICAS
Danielle Bertolini

TRANSCINEMA: HIBRIDISMO ENTRE AUDIOVISUAL E ARTES CÊNICAS

O audiovisual é utilizado em diversas plataformas, que muitas vezes criam por si uma nova linguagem híbrida. Apresentar possibilidades deste diálogo entre o teatro e o cinema, a linguagem audiovisual é o que pretendemos nesta disciplina de extensão. Ampliar o repertório dos alunos, auxiliando na criação de novos espetáculos inovadores e transmidiáticos é o nosso foco. 



OFICINA DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DOCUMENTAL DE CURTA METRAGEM
Caroline de Oliveira Araújo

OFICINA DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DOCUMENTAL DE CURTA METRAGEM

o curso visa introduzir o universo audiovisual de forma teórica e tecnicamente os participantes com exercícios práticos audiovisuais para realização de documentários curtos .  A oficina pretende abordar a linguagem do documentário na TV e no Cinema, a partir da nova perspectiva surgida após a recente legislação regulamentada pela ANCINE que valoriza e garante a exibição de conteúdo nacional documental.



EMOCIONALIZAÇÃO DA PALAVRA
Luciene Carvalho

EMOCIONALIZAÇÃO DA PALAVRA

O curso tem como protagonista  um dos mais antigos exercícios da Arte: a Declamação, contemporaneamente chamada de Oralidade  Poética . Burilaremos e investigaremos a plasticidade sonora da palavra, traremos para o foco a palheta  infinda da sensorialidade  e da sensibilidade.  Virão conosco,  refinados escritores do Mato Grosso, oportunizando um  maior conhecimento desta  nossa  literatura  plena em  talentos.  Enfim :  mergulharemos  nos  desvãos  emocionais  contidos  nas  palavras.



TRILHA SONORA PARA CINEMA
Leonardo Djan Brandão

TRILHA SONORA PARA CINEMA

Desenvolvimento de propostas de construção de trilhas sonoras, discussão e pesquisa das atividades propostas. Funções da trilha sonora dentro de um contexto narrativo, o que é, como funciona, quais possibilidades, sua história, qual a importância dentro de uma obra, os compositores principais , como eles pensaram a criação dentro das obras.



MINICURSO DE MONTAGEM CÊNICA
Juliana CapiléTatiana Horevicht

MINICURSO DE MONTAGEM CÊNICA

O curso vai abordar os processos de criação e composição teatral, tendo como base a experiência vivenciada na residência da Cia Pessoal de Teatro junto ao Nordisk Teaterlaboratorium – Odin Teatret (DK), na montagem do espetáculo EntreNãoLugares com direção de Julia Varley (Odin Teatret). O minicurso vai sondar os procedimentos utilizados na construção da dramaturgia do espetáculo, que passa pela direção e atuação, utilizando os conceitos de dramaturgia expandida e processos de criação. A proposta é que ao final do curso cada participante tenha elaborado de um processo de montagem com dramaturgia própria.

PRODUÇÃO DE VÍDEO COM CELULAR PARA A WEB: DO ROTEIRO À DISTRIBUIÇÃO
Isabela Ferreira

PRODUÇÃO DE VÍDEO COM CELULAR PARA A WEB: DO ROTEIRO À DISTRIBUIÇÃO

Neste curso vamos trabalhar a produção de vídeos com celular para plataformas digitais, explorando as linguagens audiovisuais e possibilidades de canais de distribuição de conteúdo. Através de conceitos teóricos e exercícios práticos, da ideia original ao material finalizado, com apresentação de modelos de roteiro, análise de vídeos, técnicas de manuseio de equipamentos, iluminação, captação de imagens e sons portáteis, edição, orientações específicas acerca de equipamentos, softwares, tecnologias, web e diversas mídias. Este curso é para quem precisa de praticidade e bons resultados em suas produções de baixo orçamento, do amador ao profissional, visando facilitar o fluxo de produção e distribuição de vídeos no celular. 



TEORIA DE LABAN APLICANDO AO MOVIMENTO
Giselle Moreno

TEORIA DE LABAN APLICANDO AO MOVIMENTO

A proposta é trazer aos alunos o estudo de Rudolf Von Laban, sobre elementos constitutivos e suas utilizações, sendo muito utilizado nas aulas de dança criativa. Vamos estudar primeiro a teoria e depois aplicá-la ao movimento do corpo fazendo com que os alunos se tornem mais expressivos e consigam traduzir melhor, com o corpo, os pensamentos e sentimentos.



CASACIDADE: A INTERVENÇÃO URBANA COMO SUBVERSÃO NA CIDADE
Caio Augusto Ribeiro

CASACIDADE: A INTERVENÇÃO URBANA COMO SUBVERSÃO NA CIDADE

O curso parte do conceito CASACIDADE, pesquisado pelo artista Caio Ribeiro durante suas experimentações com intervenção urbana.  O cerne do curso é percorrer as noções de casa e de cidade, onde essas duas instituições se atravessam, para depois pensar práticas subversivas na cidade, tendo a intervenção urbana/performance como ponto de partida. A metodologia se dará a partir de momentos de Diálogos e Ações. 

BRASIL DA DANÇA
Avinner Augusto Albino

BRASIL DA DANÇA

O curso tem foco no desenvolvimento educacional, vivência cultural e formação artística através das danças populares do nosso país. As aulas abordarão conteúdo das manifestações tradicionais das cinco regiões, com maior ênfase nas expressões da cultura popular de Mato Grosso. Esta modalidade de curso se propõe da utilização do folclore brasileiro, de danças, brincadeiras e festas populares como um veículo de cultura, aliados aos benefícios biológicos, cognitivos e sociais provenientes do movimento e da expressão corporal. Além disso, traz o resgate dos modelos oriundos das etnias constituintes da população brasileira, dos saberes dos mestres, comunidades e grupos folclóricos.

POLÍTICA E FÁBULA NA CONSTRUÇÃO DE UM TEXTO DRAMATÚRGICO PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA
Wanderson Lana

POLÍTICA E FÁBULA NA CONSTRUÇÃO DE UM TEXTO DRAMATÚRGICO PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Principalmente no fomento de textos para infância e juventude que já não encontramos muitas possibilidades de textos, além dos clássicos. O curso irá trabalhar a construção de um texto dramatúrgico de forma prática através dos princípios da escrita dramática influenciada pela fábula em um processo que busca trabalhar discussões, conflitos e problemas sociais através de referências, ligações, sugestões, metáforas. Dessa forma, o autor irá buscar, na construção no texto, camadas de entendimento, onde atores, direção e público poderão ler a história de acordo com suas vivências e conhecimento. 



PROJETOS CULTURAIS: COMO ELABORAR, EXECUTAR E PRESTAR CONTAS
Silvana Cordova

PROJETOS CULTURAIS: COMO ELABORAR, EXECUTAR E PRESTAR CONTAS

Este curso visa subsidiar o trabalho de milhares de empreendedores criativos, que se encontram à margem dos incentivos fiscais concedidos pelo poder público e dos patrocínios liberados por empresas privadas. Proporcionar ao estudante conhecimento sobre como elaborar, executar e prestar contas de projetos culturais, a fim de que o mesmo possa se habilitar para a disputa das fontes de financiamento previstas nas leis de incentivo à cultura e lastreadas pelos mecanismos de renúncia fiscal.

O CORPO INDÍGENA NAS CENAS
Naine Terena de Jesus

O CORPO INDÍGENA NAS CENAS

O corpo indígena na cena é uma proposta que nasce da experiência dos professores com diretores, produtores, atores e pessoas ligadas ao audiovisual, artes visuais e teatro indígena, quando os mesmos estão ligados à produções que tem o 'corpo' indígena em cena. Dentre as divagações que surgem nesses diálogos estão, como representar o indígena na cena. A partir disso, a oficina pretende abordar a história indígena de maneira fluida, perpassando por representações, estereótipos, imaginários e 'modelos' de indígenas criados em cena, trazendo em cenas. Num segundo momento, focaremos no corpo Boe Bororo, considerando a representatividade desse povo para a baixada cuiabana e ao mesmo tempo sua invisibilidade no contexto regional. 



DRAMATURGIAS CONTEMPORÂNEAS
Marithê Azevedo

DRAMATURGIAS CONTEMPORÂNEAS

A proposta é estudar as formas expandidas da dramaturgia no tempo presente, que se desdobraram em múltiplos modos: dramaturgias do ator, processos colaborativos, teatro performativo, dramaturgia do pertencimento, dramaturgias do espaço, teatros do real (autoficção, teatro documentário, teatro play back, biodrama entre outros).Fragmentos, superposições, hibridismos, deslocamentos, heterogeneidades, multiplicidades são algumas das possibilidades de operar a poética contemporânea. O curso fará uma revisão do drama aristotélico e do drama moderno para perceber as mudanças ocorridas no percurso. Teremos exemplos e relatos de experiências. 



TEATRO DE SOMBRA
Juliana Graziela

TEATRO DE SOMBRA

Investigar estudos, construções, criações e trocas de experiências sobre teatro de sombra. Aprender os fundamentos do teatro de sombra e processos de criação na sombra. O que é teatro de sombra? Como se faz teatro de sombra? O que precisa para fazer teatro de sombra? Conhecer o Grupo Penumbra e outros grupos/artistas que trabalham com essa linguagem; Construção de figuras e próteses corporais; Manipulação e animação de figuras, próteses corporais, objetos e fontes luminosas na sombra; Utilizar cores no teatro de sombras, nas figuras e nas fontes luminosas; Criação de cenas de sombra. 



A VOZ E A CENA
Jefferson Roberto Neves

A VOZ E A CENA

Possibilitar que os alunos de teatro tenham conhecimento técnico/musical/vocal para aplicar em suas produções e atuações de forma fluída, saudável e consciente.  O Viés do Canto Entre a Cena e o Ator propõe o entendimento do corpo como um  instrumento sonoro em cena, possibilitando o estudo aprofundado das diferentes emissões, projeções e interpretações vocais/corporais.  Outro aspecto relevante é a imersão no aspecto emocional de uma interpretação musical e sonora - o que possibilita que os bloqueios emocionais de uma performance cênico-musical sejam rompidos. 



APERFEIÇOAMENTO VOCAL PARA ATORES
Cristiane Paiva Puertas

APERFEIÇOAMENTO VOCAL PARA ATORES

O curso tem a finalidade de incentivar artistas atores na busca do conhecimento de seu próprio instrumento vocal, proporcionando um melhor desempenho da voz em suas nuances e ajustes diferenciados e dinâmicos, de acordo com as características da atuação artística. Busca o envolvimento do artista na busca do auto-conhecimento sobre as potencialidades de sua voz, incentivando a manutenção da saúde e o desenvolvimento de habilidades artístico-vocais. Ao final do curso o aluno será incentivado a produzir um monólogo dando atenção especial às dinâmicas da voz de acordo com as propostas da atuação em coerência com os conteúdos estudados.

TEATRO CONTEMPORÂNEO BRASILEIRO E O CORPO POLÍTICO: UMA ANÁLISE HISTÓRICA E UM ESTUDO DE CASO NO CENA LIVRE DE TEATRO.
Ana Carolina de MelloLucas Leu

TEATRO CONTEMPORÂNEO BRASILEIRO E O CORPO POLÍTICO: UMA ANÁLISE HISTÓRICA E UM ESTUDO DE CASO NO CENA LIVRE DE TEATRO.

O curso irá apresentar, o conceito de corpo político e o fazer artístico enquanto ferramenta de transformação social, evidenciando as práticas que norteiam o processo criativo, como as dinâmicas de jogos e diálogo com o público e, em seguida, as vertentes do teatro contemporâneo brasileiro que assumem essa perspectiva, principalmente as de Viola Spolin, Augusto Boal e Bertolt Brecht. Disponibilizará também, as principais características do produto final desse processo criativo e da relação firmada com a sociedade, tendo como principais exemplos os processos de criação, construídos durante o ano de 2019, no curso de extensão da Universidade Federal de Mato Grosso, campus Cuiabá, o Cena Livre de Teatro. 



MARKETING ACESSÍVEL - EU PRODUZO, EU DIVULGO
Elton Martins

MARKETING ACESSÍVEL - EU PRODUZO, EU DIVULGO

O Curso de produção de conteúdo digital para Artistas visa ajudar o artista a entender a importância de um conteúdo digital bem feito e acessível,  usando como ferramenta principal o smartphone.  Se apropriando de Apps da loja da Play Store/ App Store vamos estudar suas habilidades e aprender a usá-los a nosso favor, estando assim o artista com sua principal ferramenta de marketing em suas mãos o seu smartphone. 

Aprenderemos a utilizar 1 App de vídeo, 2 Apps de foto, 1 App de edição de texto, além de entender mais sobre organização de Instagram e Facebook pessoal.



DRAMATURGIA HOJE: EXERCÍCIOS, ANÁLISES E CONCEITOS
Thereza Helena Nunes

DRAMATURGIA HOJE: EXERCÍCIOS, ANÁLISES E CONCEITOS

O curso é um conjunto de estudos sobre escrita dramatúrgica e escrita para a cena, organizados em 4 partes: 1) conceitos, exercícios e análises baseados em clássicos da dramaturgia. 2) conceitos, exercícios e análises baseados na escritura de pequenos trechos de textos cênicos; 3) conceitos, exercícios e análises pensados a partir de dramaturgia contemporânea; e 4) análise de espetáculos de diversos formatos- personagem e conflito; performatividade; Narratividade e Teatro musical por exemplo.

Territórios Cênicos – Teatro de Grupo na Contemporaneidade e Tecnologia
Caroline de Oliveira AraújoKarina FigueredoRodolfo García Vázquez

Territórios Cênicos – Teatro de Grupo na Contemporaneidade e Tecnologia

O componente aborda as convergências e divergências entre os eixos Personagem e Conflito, Narratividade e Performatividade. Investigação sobre o operador, o material e o artista pedagogo definidos para o semestre. A crítica teatral como síntese do conteúdo e/ou da estética da encenação.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez

Territórios Cênicos II – Narratividade Teatral na Contemporaneidade e as Relações com as outras Artes
Caroline de Oliveira AraújoKarina FigueredoRodolfo García Vázquez

Territórios Cênicos II – Narratividade Teatral na Contemporaneidade e as Relações com as outras Artes

O componente aborda o eixo Personagem e Conflito, o operador, o material e o artista pedagogo definido para o semestre. O personagem épico. A canção no teatro narrativo. O efeito de distanciamento. A presença do personagem na cena com foco na narratividade e sua inserção relacional às outras áreas são os norteadores do componente.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez


Experimentos Cênicos II
Rodolfo García VázquezCarolina ArgentaEverton BrittoSol FerreiraAirton LacerdaManoel Vieira

Experimentos Cênicos II

Desenvolvimento de experimentos cênicos, com base no Eixo-Temático (recorte que orienta, organiza e interfere na transversalidade das ações teatrais), no Operador (visão de mundo de um autor que serve de suporte conceitual à pesquisa cênica do aluno), no Material (poéticas ou fatos que permitam aos alunos criarem relações entre o Eixo-Temático, o Operador e as investigações artísticas propostas pela Escola) e no Artista Pedagogo (artista ou obra escolhido como referência estética e conceitual). Nos experimentos cênicos, os estudantes se dirigem a projetos diferenciados, integrando vários pares de cursos distintos na realização de um procedimento comum.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Orientação: Everton Britto/ Sol Ferreira/ Airton Lacerda / Manoel Vieira 

Experimentos Cênicos IV
Rodolfo García VázquezCarolina ArgentaEverton BrittoSol FerreiraAirton LacerdaManoel Vieira

Experimentos Cênicos IV

Desenvolvimento de experimentos cênicos, com base no Eixo (recorte que orienta, organiza e interfere na transversalidade das ações teatrais), no Operador (visão de mundo de um autor que serve de suporte conceitual à pesquisa cênica do estudante), no Material (poéticas ou fatos que permitam aos alunos criarem relações entre o Eixo-Temático, o Operador e as investigações artísticas propostas pela Escola) e no Artista Pedagogo (artista ou obra escolhido como referência estética e conceitual). Nos experimentos cênicos, os estudantes se dirigem a projetos diferenciados, integrando vários pares de cursos distintos na realização de um procedimento comum. 

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Orientação: Everton Britto/ Bruna Ferreira/ Airton Lacerda / Manoel Vieira 

Territórios da Língua Portuguesa no Teatro II
Rodolfo García VázquezCesar BaptistaJucelina FerreiraJuan Vieira

Territórios da Língua Portuguesa no Teatro II

Estudo das normas culta e coloquial da língua portuguesa no teatro. O idioma como recurso expressivo nas artes cênicas.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Jucelina Campos / César Baptista/ Juan Vieira

Trabalho de Conclusão de Curso – Projetos Cênicos
Rodolfo García VázquezEverton Britto

Trabalho de Conclusão de Curso – Projetos Cênicos

O Trabalho de Conclusão de Curso consiste nos espetáculos desenvolvidos pelos discentes, que, divididos em núcleos de trabalho, apresentam as encenações desenvolvidas no Módulo ao público. A avaliação é realizada mediante os trabalhos individual – levando em consideração a função estabelecida por cada estudante (atores, cenógrafos e figurinistas, diretores, dramaturgos, iluminadores, sonoplastas e produtores) – e coletivo, reconhecendo a contribuição singular de cada aluno em relação à harmonia do conjunto final.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Everton Britto

PRODUÇÃO MÓDULO AMARELO
Caroline de Oliveira AraújoSilvana CordovaFernanda Gandes

PRODUÇÃO MÓDULO AMARELO

A Especialidade Produção Cultural visa à formação de modo a fornecer elementos e ferramentas para subsidiar e estimular a produção cultural em âmbito municipal, estadual e federal. Os principais temas abordados serão o processo de elaboração, viabilização e gestão de projetos culturais, segundo a lógica/metodologia das legislações, políticas de apoio, e incentivo à produção cultural. Além disso, prepara os discentes para trabalhar com a produção de espetáculos cênicos.

Coordenadora: Caroline Araujo
Artista Docente: Fernanda Gandes 

PRODUÇÃO MÓDULO VERMELHO
Caroline de Oliveira AraújoSilvana CordovaFernanda Gandes

PRODUÇÃO MÓDULO VERMELHO

A Especialidade Produção Cultural visa à formação de modo a fornecer elementos e ferramentas para subsidiar e estimular a produção cultural em âmbito municipal, estadual e federal. Os principais temas abordados serão o processo de elaboração, viabilização e gestão de projetos culturais, segundo a lógica/metodologia das legislações, políticas de apoio, e incentivo à produção cultural. Além disso, prepara os discentes para trabalhar com a produção de espetáculos cênicos.

Coordenadora: Caroline Araujo
Artista Docente: Silvana Cordova 

SONOPLASTIA MÓDULO AMARELO
Karina FigueredoLeonardo Djan Brandão

SONOPLASTIA MÓDULO AMARELO

A especialidade Sonoplastia propõe a formação de profissionais por meio de conhecimentos ligados à comunicação pelo som. Abrange, portanto, estudos teóricos e práticos de diversos meios de produção de som, como música, ruídos ou voz. Trata-se da formação do sonoplasta profissional, com ênfase na dramaturgia sonora, teoria musical, repertório, técnicas em sonoplastia e práticas sonoras.

Coordenador: Karina Figueredo
Artista Docente:  Leonardo Djan / Augusto Krebs  

SONOPLASTIA MÓDULO VERMELHO
Karina FigueredoLeonardo Djan Brandão

SONOPLASTIA MÓDULO VERMELHO

A especialidade Sonoplastia propõe a formação de profissionais por meio de conhecimentos ligados à comunicação pelo som. Abrange, portanto, estudos teóricos e práticos de diversos meios de produção de som, como música, ruídos ou voz. Trata-se da formação do sonoplasta profissional, com ênfase na dramaturgia sonora, teoria musical, repertório, técnicas em sonoplastia e práticas sonoras.

Coordenador: Karina Figueredo
Artista Docente:  Leonardo Djan / Augusto Krebs  

ILUMINAÇÃO MÓDULO VERMELHO
Karina FigueredoPriscila FreitasJulio Rocha

ILUMINAÇÃO MÓDULO VERMELHO

A especialidade Iluminação visa a formação na área dentro do âmbito das artes cênicas. Um dos seus propósitos é unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista. A especialidade promove a aproximação de áreas importantes para a formação do artista da luz. 

Coordenador: Karina Figueredo
Artista Docente:  Priscila Freitas / Julio Cezar  

ILUMINAÇÃO MÓDULO AMARELO
Karina FigueredoPriscila FreitasJulio Rocha

ILUMINAÇÃO MÓDULO AMARELO

A especialidade Iluminação visa a formação na área dentro do âmbito das artes cênicas. Um dos seus propósitos é unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista. A especialidade promove a aproximação de áreas importantes para a formação do artista da luz. 

Coordenador: Karina Figueredo
Artista Docente:  Priscila Freitas / Julio Cezar  

DRAMATURGIA MÓDULO VERMELHO
Rodolfo García VázquezJuliana Capilé

DRAMATURGIA MÓDULO VERMELHO

A especialidade Dramaturgia é direcionada à formação de novos dramaturgos, visando estimular novas percepções de mundo e diferentes formas de construção textual. Equilibra teoria, técnica e prática, incluindo conteúdos que compõem a base de criação a outras mídias. A especialidade enfatiza a formação teórica e prática sobre postulados mais recentes no Brasil, como o dramaturgismo.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Juliana Capilé 

DRAMATURGIA MÓDULO AMARELO
Rodolfo García VázquezThereza Helena Nunes

DRAMATURGIA MÓDULO AMARELO

 A especialidade Dramaturgia é direcionada à formação de novos dramaturgos, visando estimular novas percepções de mundo e diferentes formas de construção textual. Equilibra teoria, técnica e prática, incluindo conteúdos que compõem a base de criação a outras mídias. A especialidade enfatiza a formação teórica e prática sobre postulados mais recentes no Brasil, como o dramaturgismo.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Thereza Helena 

DIREÇÃO MÓDULO VERMELHO
Rodolfo García VázquezHeloise Godoy

DIREÇÃO MÓDULO VERMELHO

A especialidade Direção é voltada a preparação e a instrumentalização para o fazer teatral, enfatizando a visão crítica e ampla sobre a sociedade e as possibilidades da encenação contemporânea. Oferece, assim, caminhos criativos e teóricos para que os encenadores saibam lidar com todos os âmbitos da cena teatral. Conhecimentos como a ordenação do fluxo do trabalho cênico, experimentações envolvidas no processo de criação teatral, procedimentos para o fazer criativo e a busca por uma expressão teatral singular fazem parte das propostas da especialidade. Estão previstos também estudos de diversas perspectivas cênicas contemporâneas.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Heloise Godoy 

DIREÇÃO MÓDULO AMARELO
Rodolfo García VázquezDani Leite

DIREÇÃO MÓDULO AMARELO

A especialidade Direção é voltada a preparação e a instrumentalização para o fazer teatral, enfatizando a visão crítica e ampla sobre a sociedade e as possibilidades da encenação contemporânea. Oferece, assim, caminhos criativos e teóricos para que os encenadores saibam lidar com todos os âmbitos da cena teatral. Conhecimentos como a ordenação do fluxo do trabalho cênico, experimentações envolvidas no processo de criação teatral, procedimentos para o fazer criativo e a busca por uma expressão teatral singular fazem parte das propostas da especialidade. Estão previstos também estudos de diversas perspectivas cênicas contemporâneas.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Daniele Leite

CENÁRIO E FIGURINO MÓDULO VERMELHO
Karina FigueredoJane KlitzkeDouglas Peron

CENÁRIO E FIGURINO MÓDULO VERMELHO

A especialidade Cenografia e Figurino é voltada à formação dos interessados em ingressar profissionalmente na área de cenografia e figurino, por intermédio de conhecimentos básicos. Abrange também o estudo das cenografias de áreas como cinema, televisão, exposições, eventos, entre outras. As aulas teóricas e práticas são complementadas por meio de contato com diversos profissionais experientes do setor.

Coordenador: Karina Figueredo
Artista Docente: Jane Klitzke / Douglas Peron 

CENÁRIO E FIGURINO MÓDULO AMARELO
Karina FigueredoEinstein HalkingDouglas Peron

CENÁRIO E FIGURINO MÓDULO AMARELO

A especialidade Cenografia e Figurino é voltada à formação dos interessados em ingressar profissionalmente na área de cenografia e figurino, por intermédio de conhecimentos básicos. Abrange também o estudo das cenografias de áreas como cinema, televisão, exposições, eventos, entre outras. As aulas teóricas e práticas são complementadas por meio de contato com diversos profissionais experientes do setor.

Coordenador: Karina Figueredo
Artista Docente: Einstein Halking / Douglas Peron 

ATUAÇÃO MÓDULO AMARELO
Rodolfo García VázquezTatiana Horevicht

ATUAÇÃO MÓDULO AMARELO

A especialidade Atuação é voltada à formação de atores, com ênfase no domínio e consciência da cena para que esse artista tanto dialogue com as orientações gerais da encenação, definidas pelo diretor e toda a equipe, como possa assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de seu processo criativo de forma independente em suas pesquisas e opções estéticas. Pretende-se estimular a consciência da função social do artista, a capacitação de seu corpo e voz para expressão bem como para a sensibilidade crítica do ator para o mundo contemporâneo.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Tatiana Horevich

ATUAÇÃO MÓDULO VERMELHO
Rodolfo García VázquezKatiuska Azambuja

ATUAÇÃO MÓDULO VERMELHO


A especialidade Atuação é voltada à formação de atores, com ênfase no domínio e consciência da cena para que esse artista tanto dialogue com as orientações gerais da encenação, definidas pelo diretor e toda a equipe, como possa assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de seu processo criativo de forma independente em suas pesquisas e opções estéticas. Pretende-se estimular a consciência da função social do artista, a capacitação de seu corpo e voz para expressão bem como para a sensibilidade crítica do ator para o mundo contemporâneo.

Coordenador: Rodolfo Garcia Vázquez
Artista Docente: Katiuska Azambuja